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Geral do dia

Fotógrafo brasileiro, Victor Galvão faz sucesso internacional

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Victor Galvão está fazendo sucesso nas redes sociais de todo país com seus clicks fotográficos de moda e boudoir. O jovem influenciador já é fotógrafo há 12 anos. Natural de Goiás, a fotografia entrou em sua vida desde cedo e foi aos 18 anos que ele descobriu que esse ramo era a sua maior paixão.

Ao se mudar para Fortaleza no Ceará, comprou uma câmera digital semiprofissional e começou a fazer fotografias das colegas de faculdade de seu esposo, que segundo ele, sempre foi seu maior motivador. E foi fotografando pessoas, que ele aprendeu todas as técnicas e desenvolveu todo seu talento para com as fotos e conseguiu se tornar uma referência nacional.

Para ele, era sempre confortável ficar fotografando diversas pessoas. Ele treinava, aprimorava, aprendia e ate se divertia nessa pratica junto aos colegas. E foi ai que também passou a se tornar cada vez mais profissionais seus trabalhos e a conquistar um número maior de fãs e clientes. Com o sucesso apontando, Victor Galvão começou a investir em cursos e workshops para aprender e aprimorar ainda mais suas técnicas, e foi onde ele ficou encantado com tudo o que via e se apaixonou ainda mais pela arte de fotografar.

Atualmente, residindo a mais de 8 anos na Itália, Victor Galvão passou a ser uma referência internacional na arte da fotografia. Fotografando moda e boudoir na Itália, ele conquistou em todo mundo milhares de fãs e seguidores que passaram a acompanhar diariamente seus trabalhos e seus clicks divulgados.

“Sempre que me perguntam sobre inspiração, eu só penso em uma determinada força e fonte, Deus! Pois ele me deu tudo para observar!” conclui o renomado fotógrafo Victor Galvão.

Saiba mais sobre Victor Galvão através do Instagram: https://www.instagram.com/vgphotoo

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Educação

Sacada do MIS vira palco de shows durante a 20ª Semana dos Museus.

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Sacada do MIS vira palco de shows durante a 20ª Semana dos Museus.

Como parte da programação da 20ª Semana dos Museus, que começa nesta segunda-feira (16), o Museu da Imagem e do Som, em Curitiba, oferece a sacada do prédio como palco para as apresentações musicais, sempre no horário do almoço. Quem dará a palhinha serão alunos da Universidade Estadual do Paraná que participam do projeto de extensão Guitarras da Unespar, iniciativa em parceria com a Embap e Proec.

MON oferta programação especial na 20ª Semana Nacional de Museus
Biblioteca Pública do Paraná retoma ciclo de encontros com unidades do Interior
As apresentações do “Música na Sacada” acontecerão de segunda a sábado, às 13h. Serão 20 minutos de som com um repertório que irá transitar pela Bossa Nova, Choro e Jazz.

Os shows fazem parte da programação da 20ª Semana de Museus, proposta e coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para fortalecer o laço entre o público e essas instituições.

Além do “Música na Sacada”, o MIS-PR também promove a “Visita Guiada Noturna” pelo museu no dia 17, às 18h30, aberta ao público.

Programação do Música na Sacada:

16/05 – Eduardo Lobo e Rudson Souza

17/05 – Ana Paula Peters, Eduardo Lobo e Pedro Vicini (choro)

18/05 – Eduardo Lobo e Erik Bordez da Silva

19/05 – Eduardo Lobo e Rafael Ruby

20/05 – Eduardo Lobo, Rodrigo Mendes e Nicholas Trezi

21/05 – Eduardo Lobo, Winicius Rodrigues e Raquel Pereira

 

Sacada do MIS vira palco de shows durante a 20ª Semana dos Museus.

 

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Celebridades

Modelo e Influenciadora Diana Villas Boas brilha no desfile das campeãs e esbanja simpatia com os fãs

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Que Diana Villas Boas sempre é um espetáculo à parte por onde passa, todo mundo já sabe. Mas, a modelo conseguiu se superar na beleza e no look do estilista Rafael Carneiro da grife Splash no desfile das campeãs do Rio de Janeiro no último sábado, 30 de abril. O visual contava com bastante pedraria e recortes que valorizaram ainda mais o corpo de Diana. A modelo foi uma das presenças no Camarote Brahma N°1 na Sapucaí.

Carinho com os fãs

Além da beleza, Diana esbanjou simpatia no camarote. A modelo conversou bastante com fãs presentes no local e fez questão de atender a todos com fotos, vídeos, abraços e muitos sorrisos. O carinho que ela tratou a todos pode ser notado por quem estava por perto. Toda a boa energia e afeto do Carnaval estavam mesmo no ar!

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Geral do dia

Faturamento do e-commerce brasileiro tem alta de 27%

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O e-commerce brasileiro registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou 16,9%, com 353 milhões de entregas, segundo levantamento da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce brasileiro. O valor médio por compra também registrou aumento de 8,6% em relação a 2020, atingindo a média de R$ 455.

No balanço trimestral, um dos destaques é o aumento no número de pedidos do primeiro trimestre, que passou de 49,9 milhões em 2020 para 78,5 milhões em 2021.

“O varejo on-line continua com tendência de crescimento, mesmo após a flexibilização das restrições devido à pandemia e a retomada gradual do comércio físico. Apenas no quarto trimestre de 2021, foram realizados 101,6 milhões de pedidos, contra 86,6 milhões em 2020. O faturamento atingiu R$ 46,4 bilhões em 2021, contra R$ 38,7 bilhões em 2020”, destaca Paulina Dias, líder da área de inteligência da Neotrust, responsável por fazer levantamentos e análises referentes ao varejo on-line.

As categorias com mais pedidos feitos em 2021 são: moda, beleza e perfumaria, e saúde – que apresentou crescimento de 87% no faturamento de venda de remédios pela Internet.

Celulares, eletrodomésticos e eletroeletrônicos foram os segmentos com maior faturamento no ano passado. As regiões de maior destaque são o Sudeste, que concentrou 62,3% das encomendas de 2021, e o Nordeste, com 15,1% – o equivalente a 3,5 pontos percentuais a mais que em 2020 para a região.

Os resultados por gênero indicam que as mulheres respondem por 58,9% dos pedidos, frente a 41,1% dos homens. O ticket médio feminino, porém, é menor que o masculino: R$ 387 contra R$ 552, respectivamente.

O índice por idade demonstra que as compras on-line vêm predominantemente da faixa etária dos 36 a 50 anos, representando 34,9%, e dos 26 a 35 anos, representando 32,1% do volume total. Já as compras feitas por pessoas com mais de 51 anos passaram de 15,5% em 2020 para 16,6% em 2021.

O levantamento mostrou ainda que o cartão de crédito continua sendo a forma de pagamento preferencial dos brasileiros no e-commerce.

69,7% das compras foram feitas com cartão de crédito,
16,9% com boleto bancário,
11,1% com outras formas de pagamento (como wallet e cashback)
2,3% via PIX.

Embora ainda sejam pouco expressivos, os pedidos pagos com PIX aumentaram em 2021: em janeiro representavam 1% entre todos os meios de pagamento e em dezembro atingiram 4%.

Receita deve crescer em 2022

Segundo projeção da empresa para 2022, a receita do e-commerce deve crescer cerca de 9%, atingindo um faturamento recorde de R$ 174 bilhões neste ano. Porém, a inflação, o dólar alto e a projeção pessimista do PIB brasileiro são fatores que podem impactar negativamente o crescimento do varejo on-line.

A expectativa é que os pedidos pela Internet aumentem em 8%, totalizando 379 milhões de compras. Já o ticket médio deve se manter estável, com aumento de cerca de 1%, estimado em R$ 460 por pessoa.

As categorias que mais devem crescer são:

Eletrônicos (21%),
Eletro portáteis (19%),
Alimentos e bebidas (18%).

Já os segmentos de maior faturamento devem ser:

Telefonia (R$ 32,4 bilhões),
Eletrodomésticos (R$ 23,7 bilhões)
Eletrônicos (R$ 18,6 bilhões).

“Para 2022 é esperado que haja uma expansão no marketplace, com as empresas mais preparadas para este canal. Outra tendência é a melhoria na interação do físico com o digital, que irá permitir mais eficiência nas compras e na relação do consumidor com a loja”, analisa Fabrício Dantas, CEO da Neotrust.

“Em relação aos pagamentos, as carteiras digitais e o PIX devem continuar em alta, de forma a ampliar sua participação no e-commerce. Com um mercado cada vez mais competitivo, o varejo on-line deve apostar em fretes mais rápidos e funcionais, por exemplo, como forma de atrair e reter clientes”, explica Dantas.

Novos consumidores para o e-commerce

A pandemia da COVID-19 acelerou a migração das pessoas para o consumo digital. Uma pesquisa feita pela consultoria Ebit/Nielsen, em parceria com o Bexs Banco, mostra que o e-commerce do Brasil cresceu, em 2020, 41% e ganhou novos 13 milhões de consumidores. O avanço foi possibilitado pelo fechamento das lojas físicas e medidas de restrição de circulação.

A expectativa é de crescimento do comércio eletrônico entre os brasileiros para os próximos anos. De acordo com a pesquisa Future of Retail, feita pela Euromonitor International e o Google, a projeção de crescimento entre 2021 a 2025 é de 42%. E levantamento também aponta que 25% dos novos consumidores são da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010.

“O brasileiro está se adaptando ao ambiente de compras on-line, e um ponto bastante curioso é que, embora as restrições da COVID tenham impulsionado-as, o e-commerce concretizou suas projeções de crescimento para os próximos anos, mesmo depois do fim da pandemia”, explica Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas.

Segundo a empresa, dois em cada 10 brasileiros compram cursos via web.

“Esse crescimento está ligado não só ao fato das pessoas terem o costume de colocar em prática seus planejamentos e suas metas no início do ano, como também à onda de adeptos ao e-commerce, que chegou para facilitar e agilizar o processo de compra no mercado”, conclui Leiza.

Mas, ela ressalta que o consumidor é sensível ao valor do frete. Quanto maior o valor para envio da mercadoria, maior é a chance de uma reclamação sobre qualquer aspecto da compra.

Produtos com o frete grátis resultaram em 43% dos pedidos feitos, tendo apenas 5,9% de queixas, se revelando um grande motor para o comércio eletrônico.

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Geral do dia

Microempreendedores individuais devem declarar Imposto de Renda; saiba como

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Os profissionais autônomos não estão isentos de acertar as contas com o Leão. Mesmo pagando tributos simplificados, os microempreendedores individuais (MEI) devem declarar o Imposto de Renda se o lucro ultrapassar o limite de isenção.

Segundo a Receita Federal, a declaração é obrigatória porque o MEI é considerado pessoa física e pessoa jurídica ao mesmo tempo. Cada papel envolve uma série de exigências a cumprir.

Como pessoa jurídica participante do Simples Nacional, o MEI é obrigado a recolher mensalmente o Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual (DAS), que unifica numa guia a contribuição de 5% do salário mínimo para a Previdência Social e o pagamento de R$ 1 de Imposto sobre Serviços, caso o autônomo atue nesse ramo, ou de R$ 5 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), caso o profissional atue no comércio.

No papel de pessoa jurídica, o microempreendedor individual também deve entregar a Declaração Anual do Simples Nacional todos os anos.

As obrigações, no entanto, não acabam aí. Como pessoa física, o MEI também pode ter de preencher a declaração do Imposto de Renda e até pagar o tributo, dependendo do caso.

Assim como no caso dos demais contribuintes pessoas físicas, a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física torna-se obrigatória caso o MEI tenha renda tributável superior à faixa de isenção de R$ 28.559,70, o que equivale a R$ 2.379,97 por mês.

Caso o MEI ou algum de seus dependentes tenha recebido auxílio emergencial em 2021, o limite cai para R$ 22.847,76, R$ 1.903,98 por mês.

Como o MEI não recebe salário, a renda tributável equivale ao lucro evidenciado, o quanto sobra para gastos próprios após o pagamento dos custos do empreendimento.

Para chegar ao lucro evidenciado, o MEI deve pegar as receitas brutas anuais – tudo o que o negócio gerou de dinheiro no ano anterior – e subtrair todos os custos relacionados ao empreendimento (água, luz, telefone, gás, compra de mercadorias, aluguel, entre outros).

Com base no lucro evidenciado, o MEI deverá seguir uma série de passos para calcular quanto vai pagar de Imposto de Renda. Isso porque ele deverá subtrair do lucro evidenciado uma parcela da receita bruta que é isenta do tributo e varia conforme o ramo de atividade.

Somente então, o programa gerador calculará o imposto que o MEI precisará pagar.

Confira os passos necessários para o MEI declarar Imposto de Renda:

Passo 1
Calcular a receita bruta do ano anterior e subtrair todas as despesas relacionadas ao negócio para chegar ao lucro evidenciado

Passo 2
Pegar a receita bruta e aplicar o seguinte percentual para calcular a parcela isenta de Imposto de Renda

  • 8% da receita bruta para comércio, indústria e transporte de carga;
  • 16% da receita bruta para transporte de passageiros;
  • 32% da receita bruta para serviços em geral.

Passo 3
Preencher o valor da parcela isenta na seção “Rendimentos Isentos – Lucros e
Dividendos Recebidos pelo Titular”

Passo 4
Calcular a parcela tributável do lucro (rendimento tributável), subtraindo o lucro evidenciado da parcela isenta

Passo 5
Preencher o valor da parcela tributável na seção “Rendimento Tributável Recebido de PJ”

O programa gerador calculará o Imposto de Renda a pagar com base nas alíquotas de 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5% aplicadas às demais pessoas físicas. A alíquota é progressiva. Quanto mais o microempreendedor lucrar acima da faixa de isenção, mais imposto pagará.

Caso o contribuinte tenha outros rendimentos fora do MEI, deverá informá-los na mesma declaração. Isso porque não é possível fazer duas declarações com o mesmo número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Além de rendimentos tributáveis acima da faixa de isenção, existem critérios que obrigam o preenchimento da declaração, mesmo por MEI. Eles são os seguintes.

  • Rendimentos tributáveis acima de R$ 22.847,76 no ano anterior, caso o MEI ou seus dependentes tenham sido beneficiários do auxílio emergencial;
  • Recebeu mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista ou rendimento de poupança);
  • Teve ganho na venda de bens como casas e carros, entre outros;
  • Comprou ou vendeu ações na bolsa;
  • Ganhou mais de R$ 142.798,50 em atividades rurais ou obteve prejuízo rural a ser compensado no ano-calendário de 2021 ou nos próximos anos;
  • Era proprietário de bens de mais de R$ 300 mil;
  • Passou a residir no Brasil em qualquer mês do último ano, permanecendo no país até 31 de dezembro;
  • Vendeu um imóvel e comprou outro no prazo de 180 dias.

Nesses casos, o MEI deverá seguir o mesmo roteiro apontado anteriormente para calcular o Imposto de Renda a pagar.

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Educação

BRDE apoia inovação em indústria agro tecnológica para controle de pragas no campo.

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BRDE apoia inovação em indústria agro tecnológica para controle de pragas no campo.

A partir de projeto financiado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a indústria de fertilizantes Innova, de Foz do Iguaçu, passou a produzir em 2021 produtos para controle biológico de pragas no campo. O financiamento foi obtido a partir da linha Finep/Inovacred, dentro do programa BRDE Inova, voltada para processos de inovação em empresas de micro, pequeno e médio porte com receita operacional bruta anual de até R$ 90 milhões.

O Programa BRDE Inova financiou R$ 94,1 milhões nos últimos três anos no Paraná, sendo R$ 73 milhões com recursos da Finep/Inovacred. Como se trata de investimentos de longo prazo, os resultados impactarão a economia, em média, a partir de dois anos de implantação.

“Cada projeto financiado no programa BRDE Inova é motivo de celebração, pois significa valor agregado em muitas cadeias de produção. E nossa equipe está sempre atenta às oportunidades para ajudar empresas buscarem recursos como os da Finep, colaborando na adequação dos projetos. O BRDE é o maior agente operador da Finep no Brasil”, explicou o presidente do Banco, Wilson Bley Lipski.

Empresa selecionada pelo BRDE Labs apresenta soluções para produção por inovação aberta
IMPULSO – O diretor-presidente da Innova, Adriano Azeredo, explicou de que forma investimentos como esse impulsionam a agro tecnologia no Paraná. “Quando iniciamos nossas atividades em 2012, parecia um sonho muito distante ter uma indústria de agro tecnologia em Foz do Iguaçu, pois é uma cidade mais voltada ao turismo. A mão de obra especializada no nosso setor é muito rara”, explicou o empresário. “Mas, após 10 anos de projeto, conseguimos obter muito êxito. Possuímos mais de 200 funcionários e estamos entre as 10 maiores empresas do nosso setor no Brasil”, afirma

O projeto de pesquisa e desenvolvimento prevê produção comercial de bioinseticidas para controle de pragas, biofungicida para controle de fitopatógenos, e bionematicida que controla doenças provocadas por nematoides. Também houve investimento em estruturas físicas e equipamentos, assim como a construção de um laboratório.

No Paraná, agronegócio representa 60% das contratações do BRDE.
A Innova Ltda iniciou suas atividades no ano de 2014. A empresa fabrica e comercializa fertilizantes compostos por macro e micronutrientes e possui uma linha de produtos para atender as necessidades nutricionais dos mais diversos cultivos. Com unidade produtiva em Foz do Iguaçu e centros de distribuição em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, possui uma das mais modernas plantas industriais do Brasil no ramo de fertilizantes foliares, e foi projetada para ser modelo de inovação no uso de tecnologias de produção e no conceito de indústria sustentável.

A empresa aguarda aprovação de outras duas propostas de financiamento no BRDE. Uma para capital de giro que seja destinada à indústria de embalagens e outra voltada à construção de nova indústria de fertilizantes, a ser instalada no Biopark de Toledo.

Para mais informações sobre a linha de financiamento em projetos de inovação no site

https://www.brde.com.br/servicos/inovacao/

https://www.brde.com.br/

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